Postagens

Mostrando postagens de março, 2018

A PRIMAVERA DA LAGARTA

Imagem

Em breve "Balaida - a revolta" em formato digital

Imagem
Em breve o livro “Balaiada – a revolta”, estará disponível para os leitores em formato digital. Com ilustrações de Kirlley Veloso, a aventura de Touchê e sua turma tem como pano de fundo a maior e mais importante revolta popular do Maranhão, ocorrida no século XIX.   Assim chamado numa referência a um dos seus líderes, Manoel Francisco dos Anjos, popularmente conhecido como Balaio, o levante ganhou imensa repercussão, levando o governo central a destacar para o foco do movimento o coronel Luís Alves de Lima e Silva, futuro Duque de Caxias, que finalmente conseguiria debelar os revoltosos. Em meio a trapalhadas e suspense, a história é contada pelo sábio Touchê, que com seu jeito peculiar, relata a Rafa e Amarilda como tudo aconteceu.

Maurício de Sousa - Parte 01 - 3a1

Imagem

Tem original na gaveta?

Imagem
É comum, quando o autor tem um original e está ansioso por opiniões de terceiros, entregar texto a um amigo ou parente. Mas a melhor dica é procurar um profissional que tenha experiência e tarimba no assunto. É que nesses casos a proximidade atrapalha no julgamento, e na maioria das vezes o que obtemos dos entes queridos, preocupados em não melindrar o entusiasmado escriba, são elogios que não se sustentam. Cito dois nomes que os colegas podem buscar sem susto na internet. O da agência O Agente Literário ( http://www.oagenteliterario.com.br ), onde o autor pode encomendar uma  leitura crítica  do seu trabalho. E o da escritora Rosa Amanda Strausz, que eventualmente oferece ótimos cursos online de produção literária e também faz leituras profissionais.    Outra ideia legal é formar um time de leitores na faixa para qual a obra é destinada. Por exemplo, se for um livro para jovens, formar um grupo de garotos e garotas ...

Lendas Brasileiras Turma da Mônica - Iara A Mãe das Águas - Folclore Br...

Imagem

Bibliotecários lançam, em seu dia, campanha pedindo cumprimento de lei

Imagem
O Dia do Bibliotecário será marcado, em São Luís, pelo início de uma campanha das mais legítimas. Com a chamada “Queremos nossa biblioteca escolar com bibliotecário”, o movimento será lançado dia 12, segunda-feira, na abertura da III Semana do Bibliotecário, que acontece a partir das 14h, no Convento das Mercês. A reivindicação vem em função de uma carência já bastante denunciada: a ausência, em nossas bibliotecas, sobretudo públicas, desses profissionais que são vitais para o bom funcionamento desses sagrados espaços da leitura e do conhecimento. Com suas funções indo muito além do técnico-administrativo, o bibliotecário tem uma missão tão difícil quanto fundamental a cumprir. Passam por ele ações de planejamento, organização, e de suporte e estímulo ao aluno, para que ele avance, por meio da leitura, em seu processo de amadurecimento humano, social e intelectual. Sem bibliotecário, é simples e dramático adivinhar no que as bibliotecas de escolas podem se transformar: e...

Vale: ações sociais nos trilhos

Imagem
Com Carlos Hubert (Cemar), Dorgival Pereira (Vale) e Gustavo Almeida (Instituto de Cidadania Empresarial-ICE) Educação, arte, cidadania, saúde e muito mais. Tudo isso a Vale coloca nos trilhos através de ações e projetos realizados em seu Vagão Social, que tive o prazer de visitar nesta terça-feira (06). O vagão (utilizado somente quando existem ações em andamento) é parte integrante do trem de passageiros da Vale, que faz a rota São Luís – Parauapebas. Passando por várias cidades importantes do nosso estado (como Imperatriz e Açailândia), o trem vem transportando, em média, por viagem, cerca de 1300 passageiros. Idealizado para tornar a viagem dos seus milhares de passageiros mais agradável e divertida, o Vagão Social oferece muito mais: como formação, serviços e conhecimentos que podem ser úteis para melhorar vidas. Bom lembrar que em 2015, o trem de passageiros da Vale, que se encontrava com trinta anos de uso, foi substituído p...

Para onde vai a Felis?

Imagem
Rosa Maria, especialista em literatura infantil e juvenil, e o prefeito Edivaldo Holanda,em encontro durante a Felis. A Feira de Livros de São Luís (Felis) tem grandes chances de não acontecer no Centro Histórico, como no ano passado e em outras realizações. Pelo que se tem notícia, a feira pode voltar à Praça Maria Aragão, onde o evento teve sua estreia e até agora insuperável primeira edição, na gestão do então prefeito Tadeu Palácio.  mas, independentemente de onde a Feira venha a acontecer, uma coisa parece certa: a necessidade de se eleger um local em definitivo para a sua realização. O que com certeza será melhor para livreiros, parceiros e a própria prefeitura, que assim poderão mais adequadamente se planejar. Só para lembrar, além da Maria Aragão a Felis já se instalou no Ceprama, Convento das Mercês e Praia Grande, num inconveniente troca-troca que, no mais das vezes, consome tempo e energias.    

“Janelas fechadas”, primeiro romance de Josué Montello, ganha nova edição

Imagem
No próximo dia 15, a partir das 9h, será lançado no colégio Cintra, no Anil, o livro “Janelas fechadas”, do maranhense Josué Montello. Trata-se do primeiro romance do escritor, publicado originalmente em 1941, com uma segunda edição em 1982. Até então fora de catálogo, a obra volta agora às mãos do público leitor graças à uma parceria da Casa do Autor Maranhense e Casa de Cultura Josué Montello (equipamento cultural do governo do Maranhão), com apoio cultural da Cemar.             O local escolhido para o lançamento não poderia ser mais sugestivo. Livro que dá início à profícua carreira literária de Josué Montello, “Janelas fechadas” tem a maior parte da sua ação transcorrida no Anil, bairro onde o Cintra está localizado. A personagem principal do romance é Benzinho, bela jovem estudante do Colégio Santa Teresa que vê sua vida virar do avesso após engravidar de um homem casado e bem mais velho que ela. E que, sem assumir...