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Prefeitura monta estrutura da Feira do Livro de São Luís no Centro Histórico

Com três dias para a abertura da Feira do Livro de São Luís (FELIS), prevista para domingo, a prefeitura iniciou a montagem dos espaços para a realização do evento, na Praia Grande. Os estandes ocuparão o estacionamento ao lado da Casa do Maranhão e os trabalhos estão em ritmo acelerado para receber, segundo os organizadores, cerca de 200 mil visitantes. "A realização da Feira no Centro Histórico é um compromisso que temos com a população e vamos garantir um evento completo e com atividades em diversos espaços e equipamentos culturais", garantiu a coordenadora da Feira, Rita Oliveira, rebatendo o temor generalizado dos últimos dias, de que a Feira não iria acontecer.
Este ano o evento chega a sua 10ª edição e ocupará uma área de dois mil metros quadrados distribuídos entre ruas, praças e espaços culturais do Centro Histórico, com estrutura que compreende 36 estandes para livreiros, nove estandes institucionais, cinco auditórios para palestras, debates e conferências, quatro espaços infantis e um palco principal na escadaria da Praça Nauro Machado.

Receberão ainda programação o Cine Praia Grande, Casa do Maranhão, Centro de Criatividade Odylo Costa, filho, Escola de Cinema (IEMA), Beco Catarina Mina, estacionamento da Câmara Municipal, auditório da Defensoria Pública do Estado do Maranhão, auditório da Associação Comercial do Maranhão, o Teatro João do Vale, a Galeria Trapiche, o Anfiteatro Beto Bittencourt, as ruas Trapiche, Portugal e Estrela.

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"Arte e Manhas do Jabuti" será lançado em junho

Publicado com o selo Autêntica, será lançado em breve, em São Luís, o meu infantil Arte e Manhas do Jabuti. O livro, com recontos da tradição oral dos tenetehara, tem apresentação do escritor e pesquisador da cultura popular, Marco Haurélio, e belíssimas ilustrações de Taisa Borges.  Lembrete: para quem quiser se adiantar, o livro já se encontra em pré-venda na página da editora (http://grupoautentica.com.br/). Arte e Manhas do Jabuti conta com apoio cultural do SESC-MA.




























A menina inhame e Os dois irmãos e o olu: dois belos contos africanos em versos de cordel

Acabaram de sair pela editora SESI-SP os livros A menina inhame e Os dois irmãos e o olu, contos africanos que ganharam nessas obras versões em cordel.
A menina inhame é um conto tradicional africano recolhido e recontado por Agnès Agboton, com tradução do escritor Celso Sisto para o português. E a ideia foi unir a tradição dos versos de cordel à forte tradição africana voltada para a oralidade, manifestada com imensa beleza estética nesta história de provável origem iorubá.
O conto fala da angústia de uma mulher que desprezada pela sua comunidade por não conseguir ter filhos, pede a algo da natureza (no caso um inhame, tubérculo que em alguns países da África tem uma simbologia ancestral ligada à fertilidade) que se converta em sua filha. Assim, a fim de convencer o inhame, chamado Tevi, a atender-lhe o desejo, a mulher promete jamais revelar a verdadeira origem da moça. Mas acaba, o que gera desagradáveis consequências, quebrando a promessa num momento de raiva.
Os dois irmão e o …

O dono da banca: a história e as polêmicas por trás da maior editora de revistas do país

Da revista Veja já se disse quase tudo. Que é conservadora, reacionária, de esquerda, de direita, elitista, sem compromisso com os fatos ou com os princípios básicos do jornalismo. Enfim, um manancial de adjetivos desabonadores cuja lista aumenta sempre que a revista, com suas posições e matérias, melindra sensibilidades.  Exemplo antigo: reportagem de Veja de 1989 estampando foto do cantor e compositor Cazuza com o título: “Uma vítima da Aids agoniza em praça pública”. Exemplo recente: capa de Veja com foto de Marcela, esposa do presidente Michel Temer, chamando para reportagem sobre a primeira-dama. Para muitos, tratava-se de mais uma tentativa da revista de ajudar a atenuar a rejeição dos brasileiros em relação ao desgastado presidente.
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